23 de agosto de 2014

Resenha - O Trono de Fogo


Título: O Trono de Fogo
Série: As Crônicas dos Kane
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Páginas: 398
Classificação: 5|5
Onde comprar: Saraiva

Sinopse: 
Os deuses do Egito Antigo foram libertados, e desde então Carter Kane e sua irmã, Sadie, vivem mergulhados em problemas. Descendentes da Casa da Vida, ordem secreta que remonta à época dos faraós, os dois têm poderes especiais, mas ainda não os dominam por completo – refugiados na Casa do Brooklin, local de aprendizado para novos magos, eles correm contra o tempo. Seu inimigo mais ameaçador, Apófis, está se erguendo, e em poucos dias o mundo terá um final trágico. Para terem alguma chance de derrotar as forças do caos, precisarão da ajuda de Rá, o deus sol. Despertá-lo não será fácil: nenhum mago jamais conseguiu. Carter e Sadie terão de rodar o mundo em busca das três partes do Livro de Rá, para só então começarem a decifrar seus encantamentos. E, é claro, ninguém faz ideia de onde está o deus.

Clique aqui se você ainda não viu a primeira resenha da série.

Resenha:
 No livro anterior, após descobrirem que pertencem a linhagem de faraós mais poderosa desde o Egito Antigo, Sadie e Carter tem por missão restaurar a ordem e a antiga união entre os magos da Casa da Vida e os deuses. Mas, muitos magos da Casa rejeitam a ideia de retornar aos antigos métodos de relação entre os deuses, então os irmãos terão que provar o que dizem, mesmo que isso possa custar a vida deles, assim como ocorreu com seus pais.
Tudo acontece por um motivo, Sadie, até os eventos ruins.
Porém tudo se dificulta quando Apófis, a grande serpente, Lorde do Mau e personificação do Caos, está para se libertar de sua prisão no Duat. Então, para terem a esperança de derrotar a serpente, os irmãos Kane terão que despertar Rá, o arqui-inimigo da serpente, Lorde do Maat e deus Sol, e para isso terão de encontrar as três partes do livro de Rá e decifrar seus encantamentos. No entanto, Carter e Sadie não estão sozinhos nessa, eles possuem a ajuda de novos magos aprendizes, além de Amós, Bastet e outros deuses.
Criamos ordem a partir do caos, e beleza e significado a partir da aleatoriedade.
Como vocês devem se lembrar, a Zia que Carter conheceu e se apaixonou não passava de um shabti – estatueta mágica feita de argila ou cera – que havia assumido seu lugar devido ao risco que ela poderia correr no Primeiro Nomo sendo a hospedeira de uma deusa, já que esse procedimento é proibido. O fato de Zia estar adormecida em algum lugar deixa Carter frustrado por encontra-la, fazendo que ele perda completamente o foco da missão quando Zia é lembrada.
Às vezes é necessário perder uma peça para ganhar o jogo.
E como eu não poderia deixar de mencionar o triângulo amoroso de Sadie? (Tio Rick eu sei que a Sadie é madura e tudo mais, mas ela acabou de fazer 13 anos e você arruma um deus e garoto de 16 anos como seus pretendentes?) Eu não sei se vocês sabem, mas eu simplesmente surto com qualquer indireta romântica, beijo ou demonstração de afeto em um livro/filme; e nos livros eu não ligo muito se o cara ou a garota são mais velhos ou mais novos que o outro ou da mesma idade, se um é feio e o outro bonito, se um é popular e o outro não, eu simplesmente não consigo ligar para isso, porque fico presa ao momento deles e não me lembro dos detalhes físicos ou status, mas eu acho que o Tio Rick colocou pretendentes mais velhos, tanto para Sadie, quando para o Carter, ou foi para mostrar a maturidade deles, principalmente a da Sadie, ou para deixar mais emocionante e meio que quebrar os estereótipos da sociedade.
Alguns riscos valem a pena mesmo que signifique perder uma vida.
Mas voltando aos pretendentes... Sadie, se eu fosse você, iria para algum lugar que a bigamia fosse permitida. Meu Deus, Rick Riordan como você criou personagens tão perfeitos? Anúbis é todo misterioso, joga umas indiretas que não tem como resistir, além dos olhos encantadores. Já Walt é padrão atleta, com um sorriso lindo e uma sinceridade encantadora. “Desejo-lhe boa sorte, Sadie!”
De repente todas essas pequenas coisas parecem importantes.
E mais uma vez o senhor Rick Riordan me surpreendeu. É muito incrível como as peças do quebra-cabeça dele são espalhadas pelo livro e no decorrer deste, acabam se encaixando perfeitamente. E eu estou gostando muito como ele tem finalizado os livros da série; ele consegue fazer você sair daquele momento de tensão de quando o propósito dos personagens está sendo realizado, para uma finalização, digamos, até que calma.
E coisas boas, coisas importantes, devem ser eternas.
Vocês devem ter percebido que em qualquer oportunidade eu colocava um quote, porque simplesmente tem muitas frases maravilhosas no livro. Acho que é só isso leitores.
Abraços.
Nicole!

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