3 de maio de 2013

Para dar de Presente #3

As editoras sempre têm novidades e coisas novas, com edições novas e páginas novas e enfim, aqui no blog, de vez em quando vou mostrar alguns livros com edições diferentes e novas, bonitonas, que podem ser uma ótima opção de presente, para que gosta ou para quem não gosta de literatura, afinal, são tão bonitas, que valem à pena ter, mesmo que seja só para ter na estante. Assim, nasceu a coluna “Para dar de Presente”!
Hoje vim fazer mais um "Para dar de Presente" aqui no blog! Vou mostrar pra vocês (novamente) uma das edições da editora Cia. das Letras! Mas os livros de hoje têm temáticas diferentes e podem até não ser considerada clássicos, se vocês forem ver com uma visão mais crítica! São os livros do George Orwel, um autor renomado que passou a ser famoso por ter escrito os romances A revolução dos bichos e 1984.
Os livros têm capas muuito maneiras! Com imagens que tem haver com a história do livro. Claro que se você quiser dar de presente pra alguém, recomendo que você compre o A revolução dos bichos, porque:
1) É um livro pequeno, então quem não gosta de ler, poderia lê-lo facinho
2)É o livro mais famoso dele e quanto à classificação, é o segundo no Skoob
3) Considerando que a maioria esmagante dos livros do George são caros, esse é o mais barato que eu já vi, na livraria do aeroporto de Brasília o livro tava R$:28,50 o que é um preço barato, não comprei porque tava sem dinheiro, mas vou completar minha coleção do autor antes de morrer (se Deus quiser e, por favor, queira Deus!!! rs).
Como o vale presente de natal+aniversário das minhas tias: Rita e Márcia + 150 reais da minha mãe, consegui comprar um box do autor com 4 livros, os citados são: 


Na Pior em Paria e Londres
No final do anos 20, decidido a tornar-se escritor, o jovem Eric Arthur Blair resolveu viver uma experiência pioneira e radical: submeter-se à pobreza extrema - e depois narrá-la. Em 1928, instalou-se em Paris com algumas economias e começou a dar aulas de inglês - mas em pouco tempo perdeu os alunos e foi roubado. Sem dinheiro, passou fome, penhorou as próprias roupas, trabalhou em restaurantes sórdidos e por fim partiu para a Inglaterra.
Enquanto esperava por um emprego incerto, radicalizou ainda mais sua experiência convivendo intensamente com os mendigos de Londres, perambulando de albergue em albergue, atrás de dormida, comida e tabaco.
É essa vivência miserável que Orwell relata com humor e indignação, distanciamento e participação. Recusado por várias editoras inglesas, o livro só foi publicado em 1933, trazendo, pela primeira vez, o pseudônimo que consagraria um dos maiores escritores do século XX. Com posfácio de Sérgio Augusto.






O Caminho para Wigan Pier
Impressionante relato das experiências de George Orwell no coração da classe trabalhadora das regiões carvoeiras do norte da Inglaterra nos anos 1930, O Caminho para Wigan Pier é também uma polêmica mordaz sobre a estrutura de classes no capitalismo. Neste livro, vemos o futuro e celebrado autor de clássicos universais já em plena florescência de seu projeto literário e existencial, que o levou a abandonar os privilégios de sua classe, a execrar qualquer forma de imperialismo e a mergulhar de corpo e alma na vida dos trabalhadores pobres e dos excluídos sociais. 








1984
"1984" não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984 , o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e de mobilizá-las pela humanização do mundo.





Como morrem os pobres
Para George Orwell, nada substituía a experiência direta da vida. E foi com base na vivência pessoal e na observação crítica do mundo que ele escreveu ensaios, artigos e crônicas ao longo de toda a vida. Alguns dos mais representativos desses textos estão reunidos em Como morrem os pobres e outros ensaios. 
Na primeira seção do livro, por exemplo, estão os relatos e reflexões de Orwell sobre sua vivência pessoal como sem-teto, colhedor boia-fria de lúpulo, presidiário e paciente de um hospital público. Em outra parte enfeixam-se seus vigorosos artigos sobre o uso da linguagem verbal no romance, na poesia, na propaganda política e no jornalismo. 
A gama de interesses do escritor é inesgotável. Com a mesma verve e conhecimento de causa, ele fala sobre temas graves, como a hipocrisia intelectual, ao lado de assuntos mais leves e aparentemente até fúteis, como os trajes da elite britânica e o gosto do cidadão inglês por crimes sensacionalistas. 
De todos os tópicos, sejam grandes ou pequenos, Orwell extrai revelações sobre a estrutura da sociedade, as mudanças nos costumes, as transformações profundas operadas na Inglaterra e no mundo na primeira metade do século XX.

Vieram num box mais ou menos assim ó:

Então é isso gente!
Fica a dica de presente!
Até a próxima!
:-)

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