18 de abril de 2013

Resenha - As vantagens de ser invisível


Título: As vantagens de ser invisível
Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Páginas: 223
Classificação: 5|5
Onde Comprar: 


Sinopse:
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

Resenha:
Esse livro ficou mais conhecido quando ganhou uma adaptação cinematográfica, com os queridos atores Logan Lerman, Emma Watson e Erza Miller,o que foi um dos pontos que me incentivaram a comprar o livro. Estava muito ansioso para lê-lo, então comprei na livraria saraiva.
A história se passa ao redor de Charlie, um menino que ao perder seu melhor amigo, que se matou, entra em um estado depressivo.
A verdade é que Charlie tinha poucos amigos, ele tinha Michael (que suicidou-se) e uma colega, que só era sua amiga por Michael.
A partir do momento em que perde seu melhor amigo, Charlie passa a escrever cartas para um estranho, que nem eu, e nem você sabemos que é. Um ano de sua vida é contado através de cartas. Logo no início do livro, descobrimos que o adolescente não é muito normal, ele, como é citado no título do livro, age como se fosse invisível, não participa, só observa, assim é a vida de Charlie.
Na aula de artes manuais conhecemos o “nada”, um garoto muito engraçado que todos gostam, Charlie passa a falar e andar com ele, que o apresenta  Sam, sua irmã, os principais da história: Charlie, Sam e o “Nada”, também conhecido por Patrick.
No decorrer da história descobrimos que a vida de Charlie não é um mar de rosas. Entre aulas com o professor Bill e encontros com seus amigos, Charlie encontra novos companheiros e vai amadurecendo, além de se aproximar de seus irmãos, que, o mais velho está na faculdade, jogando futebol , e a mais do meio mora com Charlie.
Vale também dizer... Charlie ainda está no primeiro ano do ensino médio, já seus amigos se formam no ano em que eles se conhecem.
Uma das descobertas de Charlie é o amor, que ele aparentemente descobre em Mary Elizabeth, uma das suas colegas de escola, com quem ele quase perde a virgindade em uma festa, ah, aquela festa!!! 
Nela também descobrimos o romance entre Patrick e Brad, que não pode ser revelado, mas Charlie descobre.
Vamos também acompanhar mais dilemas da adolescência, como o uso de drogas e álcool, o que o torna um livro de gênero um tanto pesado.
A história não deixou a desejar (em minha opinião, veja bem), gostei muito da narrativa e achei muito legal acompanhar o desenvolvimento de Charlie, que ocorre progressivamente, durante a leitura das quatro partes do livro me identifiquei em algumas partes, assim como não me vi em outras!
O livro demorou 5 anos para ser escrito, apesar de ser um livro antigo, ainda é aceito por muitos adolescentes nos dias de hoje, a primeira publicação ocorreu em 1999, quando Stephen tinha 29 anos. A história se passa em 91 e 92.
O livro menciona diversas obras famosas, como o Sol nasce para todos, o apanhador no campo do centeio e on the Road, além de mencionar filmes como reds e bandas como Nirvana e The Smiths.
É isso pessoal, eu não vi o filme porque não passou na minha cidade, mas caso eu consiga ver, faço um post comparando as obras. Visite outras resenhas: Eu sou o número quatro.

Até a próxima!!!

2 comentários:

  1. Olá Gabriel.

    Gostei do blog. Os filmes são interessantes! Acho que quero assistir "eu sou o número 4".

    Na minha opinião, dá uma organizada no blog acho que tem, muita foto, (texto, foto, foto, texto, etcc..)... acho que seus comentários levarão as pessoas a assitir os filmes e ler os livros.

    Parabéns pela iniciativa!

    Sucessso

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    Respostas
    1. Obrigado, opiniões são sempre bem-vindas! Vou postar menos fotos.Fico feliz que lhe ajudo a escolher filmes e livros!!!
      Muito obrigado :)
      Gabriel.

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Gabriel